Passo o dia de Natal com Amigos, entre eles um recém naturalizado americano, que narra algumas coisas sobre o "way of life" da terra de Obama.
Há anos por lá, tem ele empresa de instalação de tapetes e carpetes, com funcionários multirraciais. Impressionam suas histórias sobre o que os americanos desprezam e acabam jogando literalmente fora nas "garage sales", como mobílias inteiras e coisas que aqui seriam de luxo e lá se encontram por 9, 10 dólares (uma máquina de fazer pão, na caixa, por exemplo). Televisores de 29 polegadas são desprezados às duzias em face das novas gerações de equipamentos.
Conta ele ainda sobre o rigor da lei, sobre a polícia que presta à comunidade conta de seus gastos, e sobre as infrações de trânsito, julgadas de imediato por um juíz severo que não hesita em mandar o reincidente direto pra cadeia. Dura lex, sed lex.
Por aqui, a oferta de momento nos sites de notícias é um "mini-bafometro", para os motoristas poderem ludibriar a fiscalização. Até quando?
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Boss Sharon insists that employee Ryan make up 3 minutes of work: 'This
would legit be enough of a reason for me to quit'
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How dare this employee leave at 4:57 PM, leaving his workplace short 3
minutes of work?
Micromanaging bosses are a dime a dozen. They sure love to worry a...
Há 15 horas


E pensar que muito desse consumismo é, com aquela expressão que odiamos, "com o dinheiro dos outros".
ResponderExcluirComo será que vão ficar agora que a "bolha" estourou?
Abração!