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domingo, 20 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 8 de julho de 2010

WTF?


Atualizado em 13/07: Leia neste link a análise dos especialistas:

"... a primeira impressão (...) ao ver o desenho – compartilhada por outros artistas gráficos (...) – foi de uma mão levada ao rosto “num gesto de tristeza e vergonha”. “Por perder a Copa de novo em casa?”
KKKKKK!!!!!

Atualizado em 18/07, por merecimento:

domingo, 10 de maio de 2009

Lixo

Esta semana postei sobre a reportagem da Playboy que analisa o campeonato brasileiro, e acabei esquecendo de comentar a primeira impressão que tive ao abrir a revista... PQP!

Não por causa das fotos, mas de uma publicidade da Nokia.

Abre-se a revista e dezenas de pedacinhos de papel verde se espalham pelo chão, obrigando-te a ficar um bom tempo catando, ou varrendo. Em cada papel, o nome de uma música, o intérprete e o compositor. Marcavam o seguinte reclame: "milhões de músicas acabaram de cair no seu colo. E de graça... Novo Nokia 5800 comes with music". Não pretendia comprar um, e agora de vez que não compro mesmo.

Criação da JWT. Engraçadinhos, esses publicitários sem noção, trazendo mais lixo pra dentro da casa da gente. Fica aqui a homenagem à mãe deles.
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terça-feira, 14 de abril de 2009

Viva a diferença!

Uma fonte deste BBlog, BBem informada quanto à vida corporativa de um certo BBanco, autorizou-me a contar esta passagem, BBem BBacana, desde que eu mantivesse o sigilo quanto à origem...

OK., comBBinado:
"Uma empresa de economia mista, com + ou - 72.000 funcionários no país, tem como tema da campanha publicitária deste ano "Nossas diferenças fazem a diferença".
Internamente, todos os funcionários receberam agendas, folders, etc., com desenhos bonitinhos e textos emocionantes sobre as particularidades de cada um.
A revista de circulação interna traz matérias sobre inclusão e respeito às diferenças.
Na semana do Carnaval, cada um recebeu uma camiseta com estampa colorida da frase-tema, a qual deveria ser usada por todos na sexta-feira...
Ótimo, não fosse um detalhe: TODAS as camisetas foram confeccionadas em tamanho "M".
Considerando a diversidade de altura, largura e circunferência de cada funcionário, ficou - como diria o editor do "Bem Legaus" (www.bemlegaus.com) - "carnavalescamente legaus".
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quinta-feira, 5 de março de 2009

Abbey Road

Essa é boa. De um anúncio da VW, The Beatles:

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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Carro tagarela


O comercial destaca a capacidade do carro recém-lançado de indicar o caminho: "vire à esquerda", "vire à direita"...

Francamente, qual motorista aguenta alguém tagarelando desse jeito?

Só se o público alvo for de inexperientes solteiros.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Churrasco

Por falar em anúncios, o super hiper (mais barato, mais barato)  oferece pacote com 15 cervejas K por x reais.

"Leve 2 pacotes e ganhe um quilo de lingüiça!".

Para trinta latas de água suja, a lingüiça vai ter que ser muito boa...

Mas, considerando que a previsão é de tempo bom pro fim de semana (aleluia!), a esta altura alguém já deve estar varrendo a laje.

É, a tal da inclusão econômica.
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Figuraça

A familia assiste TV e passa o comercial das Casas "Gritaria" anunciando tudo em muitas vezes, sem entrada.

O pirralho de 5 anos:

-- Mas mãe, se é tudo sem entrada, como é que a gente vai entrar?

Minutos depois:

-- Quando eu crescer vou ser jogador de futebol ou astronauta.... (...) não, astronauta não, que já é demais. No espaço não tem comida pra gente...
-- E nem banheiro, brinca o pai.
-- É, a gente tem que fazer xixi na lua.

Até há um ano mais ou menos, ele dizia: "vou ser advogado, que nem meu pai, porque eu também falo demais".
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Listas 2

(Sugiro que leia antes o post "Listas 1".)

Pois dia desses peguei um táxi e no trajeto o motorista foi me contando que estava na profissão há 12 anos, que antes era viajante, representante comercial. "Viajei e conheço o Brasil inteiro, vendia listas telefônicas!", disse-me com orgulho.

Por que parou? O táxi é melhor?

"Não! Parei por causa da internet. O mercado para as listas impressas ficou muito pequeno".

Doze anos, 1996, nem tão antigamente assim, não é?

Vendedor que era, ainda me contou outras histórias, mas a que agora vem a calhar é dos anos 80, de ocasião em que quase foi linchado no Oeste do Paraná, pois chegou à região logo depois que golpistas haviam "limpado" os comerciantes: fazendo-se passar por representantes da telefônica, davam fabulosos descontos para receber à vista pelos anúncios; recebiam e sumiam.

Quando ele, o taxista, chegou oferecendo anúncios, o caso foi parar na delegacia, e a coisa só se resolveu quando alguém graduado da companhia telefônica foi até a cidadezinha e atestou a idoneidade daquele vendedor.
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Listas 1

Listas Telefônicas.

Se ainda existem, devem ser para uso dos "desincluídos digitais". Essa imagem de uma lista de 2006, eu capturei na rede.

Devo ter uma em casa, a última vez que a usei foi para fazer um calço temporário num móvel. Vou guardar, as crianças um dia vão me perguntar o que era.

Rápido registro, puramente de memória, e à guisa de preâmbulo (eita!) das próximas postagens, só para situar quem nunca ouviu falar disso: "antigamente" (até meados dos anos 90) as empresas telefônicas brasileiras eram públicas, pertenciam ao governo, em regra uma para cada Estado. Ter um telefone era complicado, coisa para poucos. Quando havia linhas disponíveis, custavam caro.

Nessa época, os nomes, endereços e telefones dos assinantes eram publicados numa lista, uma para cada grande cidade ou região, que era renovada de tempos em tempos, a cada ano, acho. Recebíamos em casa, e em cada balcão de empresa se achava uma, mais ou menos rota, conforme a casa fosse mais ou menos popular.

As empresas interessadas podiam, além de seus dados mínimos, acrescentar alguma publicidade, e para isso compravam espaços na lista. As yellow pages, páginas amarelas, eram a espécie de buscapé da época, quiçá um "google".

Acreditem, a gente realmente procurava as coisas nas páginas amarelas.

Havia, então, toda uma indústria em torno da tal lista, envolvendo as telefônicas, os vendedores de anúncio, as gráficas, etc.

E, onde há gente trabalhando honestamente, há pilantras pensando em como aplicar golpes.
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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Fim do mundo

Na TV do aeroporto o locutor lê a situação dos mercados mundiais. Voz rouca, tenebrosa, monótona, pausada, só desgraça, como se estivesse descrevendo um velório.

E logo em seguida, o "ad" surreal: uma convocação para investimento num fundo de ações.
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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sujismundos





O sinal abre e a porquinha ao volante rapidamente joga meio cigarro pela janela do carro.

Pulmão cada um tem os seus e suja como quiser, mas, "pera lá", a rua também é minha.

"Povo desenvolvido é povo limpo", já se dizia aos Sujismundos há uns 40 anos. (www.infantv.com.br/sujismundo.htm)

Observem os santinhos nas ruas depois da eleição de domingo. Somos um povo desenvolvido?
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