O assunto agora é jornalismo, e embora há muito tempo afastado dessas lides vou dar um pitaco no que hoje eu entendo um pouquinho: a "grande" imprensa dedicou só 12 linhas ao assunto dos explosivos encontrados em Curitiba, embora tenha destacado 2 "repórteres" para a "investigação", assim entre aspas mesmo.
Parece que sou mais curioso do que os pauteiros/repórteres/editores de hoje em dia, e talvez seja por isso que fique tão irritado com os noticiários em geral. Perdoem-me os coleguinhas que prepararam o texto, que não conheço e nem deve ser culpa deles. Mas também acho que estou ficando velho e antiquado: "no meu tempo" a gente não assinava qualquer m..., nem fazia questão. Ter o nome estampado no jornal era mérito, a gente tinha que parir (sim: conceber, gestar, nutrir, dar à luz) uma reportagem minimamente elaborada.
Por exemplo, nesse caso aí da dinamite. Os repórteres descobriram que se trata de "explosivo comercial de venda controlada", mas pararam por aí. Ora, entre outras perguntinhas básicas: Quem vende? Quem controla? Como é feito? Quanto disso é comercializado por dia/mês/ano? O que tem a dizer o responsável pela venda/controle? Ainda: qual o potencial destrutivo de 25 kg desse explosivo (fala, especialista!) -- e portanto -- qual o risco que correram os incautos que recolheram algumas peças?
Parece que falta a curiosidade, o espírito de investigação. Ah, mas investigar é para a polícia, né? Mas, se algum assessor de imprensa não preparar a versão oficial, ficará o povo sem saber?
Especular sobre a origem dos explosivos e as intenções e razões de quem abandonou as bombas já fugiria demais da objetividade jornalística (que também anda matando a informação), embora o resultado pudesse ficar bem interessante. Que grande história haverá por trás do abandono desses explosivos?
Vamos ver como vai ficar na hora que a rapaziada não precisar mesmo de diploma.
23-year-old contributing to groceries and chores refuses to start paying
rent while older brother lives for free at home: 'I made it very clear to
my parents'
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Living with family as an adult often requires negotiating chores and bills.
There's always someone who contributes more than others, and it's easy to get
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Há 15 horas



Não que eu entenda alguma coisa sobre o assunto mas, aproveitando o ensejo, para divertir: http://www.youtube.com/watch?v=BHhMLx9Z58g&feature=popular
ResponderExcluirAbraço!