Passo o dia de Natal com Amigos, entre eles um recém naturalizado americano, que narra algumas coisas sobre o "way of life" da terra de Obama.
Há anos por lá, tem ele empresa de instalação de tapetes e carpetes, com funcionários multirraciais. Impressionam suas histórias sobre o que os americanos desprezam e acabam jogando literalmente fora nas "garage sales", como mobílias inteiras e coisas que aqui seriam de luxo e lá se encontram por 9, 10 dólares (uma máquina de fazer pão, na caixa, por exemplo). Televisores de 29 polegadas são desprezados às duzias em face das novas gerações de equipamentos.
Conta ele ainda sobre o rigor da lei, sobre a polícia que presta à comunidade conta de seus gastos, e sobre as infrações de trânsito, julgadas de imediato por um juíz severo que não hesita em mandar o reincidente direto pra cadeia. Dura lex, sed lex.
Por aqui, a oferta de momento nos sites de notícias é um "mini-bafometro", para os motoristas poderem ludibriar a fiscalização. Até quando?
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Shopper outsmarts Kohl’s with their own Black Friday return policy, ending
up with a full refund, extra store credit, and a $100 gain: ‘They didn’t
budge so I did exactly what their policy allowed’
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What could be more thrilling than using a corporation's own rules against
it, like watching a machine glitch because it forgot people can read. This
story ...
Há 11 horas



E pensar que muito desse consumismo é, com aquela expressão que odiamos, "com o dinheiro dos outros".
ResponderExcluirComo será que vão ficar agora que a "bolha" estourou?
Abração!